Publicidade
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou nesta terça-feira (18) uma denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 33 pessoas, acusadas de planejar um golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. O caso gerou forte repercussão no meio político, com declarações de apoio e críticas ao ex-mandatário.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi questionado sobre o caso, mas evitou comentar a denúncia.
Parlamentares da base governista comemoraram a denúncia e defenderam a punição dos envolvidos. Já aliados de Bolsonaro classificaram a ação como perseguição política.
Leia mais: PGR apresenta denúncia contra Bolsonaro por supostos atos golpistas
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, afirmou que “a tentativa de golpe nos prédios públicos vazios virou uma denúncia vazia, que não tem absolutamente nenhuma prova contra Bolsonaro”. Ele também criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que “a injustiça, o arbítrio e a perseguição não conseguirão calar o sentimento da população e o que o presidente Jair Bolsonaro representa”.
Continua depois da publicidade
O ex-ministro da Casa Civil e senador Ciro Nogueira (PP-PI) ironizou a acusação, repetindo em sua rede social: “Bolsonaro é um homem honesto, de bem e inocente”.
Leia mais: Denúncia de Bolsonaro: o que acontece agora com o caso do ex-presidente
Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) celebrou a denúncia contra Bolsonaro e afirmou que o ex-presidente pode “pegar até 28 anos de cadeia”.
Continua depois da publicidade
Já o senador Humberto Costa (PT-PE) defendeu que os acusados sejam responsabilizados: “Tramaram dia e noite o fim da democracia, colocaram os seus interesses acima da vontade popular. Eles precisam pagar pelos seus crimes”.