Fundos de investimento são produtos financeiros que reúnem recursos de diversos investidores para aplicação em diferentes ativos, sob a gestão de profissionais especializados.
Os fundos são classificados em diferentes categorias, como renda fixa, ações, multimercado e fundos imobiliários (FIIs), de acordo com os tipos de ativos em que investem. Esses ativos podem incluir títulos de renda fixa, moedas e imóveis, entre outros.
Os resultados das aplicações são distribuídos entre os cotistas de acordo com a participação de cada um no fundo. Entenda um pouco mais sobre esta modalidade de investimentos.
- Fundos de investimento: como funcionam?
- Tipos de fundos e estratégias
- Quais são as vantagens em investir em fundos?
- Quais são os riscos?
- Custos e tributação
- Indústria de fundos no Brasil
- Confira opções de Fundos de Investimento:
Fundos de investimento: como funcionam?
Ao investir em um fundo, o investidor adquire cotas que representam uma fração do patrimônio total. A valorização dessas cotas depende do desempenho dos ativos que compõem a carteira.
A gestão do fundo é realizada pelos gestores, que tomam decisões de investimento com base na política e nos objetivos estabelecidos no regulamento do fundo.
Os fundos estão sujeitos a riscos, que podem variar conforme o tipo de ativo investido. Antes de investir, é importante conhecer o perfil de risco do fundo e consultar materiais técnicos, como o regulamento e o prospecto, disponíveis nos canais oficiais.
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Tipos de fundos e estratégias
Os fundos são classificados conforme os ativos em que investem. Abaixo, seguem alguns exemplos:
- Renda fixa: Aplicam em títulos públicos e privados, podendo ter baixa ou alta volatilidade, dependendo da estratégia.
- Multimercado: Combinam renda fixa, variável e cambial, oferecendo maior flexibilidade e complexidade.
- Imobiliários: Investem em imóveis ou títulos do setor, proporcionando exposição ao mercado imobiliário com liquidez por negociação na bolsa.
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Quais são as vantagens em investir em fundos?
Os fundos de investimento são atrativos por diversos motivos:
- Diversificação de ativos, o que pode ajudar a reduzir riscos;
- Gestão profissional;
- Boa parte dos fundos possuem liquidez para aplicação e resgate;
- Acessibilidade para diferentes perfis de investidores;
- Custos compartilhados entre cotistas;
- Transparência garantida por relatórios regulares.
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Quais são os riscos?
Investidores, porém, devem estar atentos aos riscos associados, tais como:
- Crédito: Possibilidade de inadimplência nos ativos.
- Mercado: Flutuações inesperadas na economia podem afetar os rendimentos.
- Liquidez: Dificuldade em vender ativos pouco negociados pode gerar perdas. Vale lembrar que os fundos não contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), reforçando a importância da análise criteriosa antes de investir.
Custos e tributação
Além disso, os fundos possuem taxas que impactam os rendimentos:
- Administração: Percentual sobre o patrimônio para gestão.
- Performance: Bonificação para gestores que superam o benchmark.
- Saída: Cobrança para resgates antes do prazo regulamentado.
- IOF: Aplicado em resgates feitos antes de 30 dias.
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Indústria de fundos no Brasil
Clara Sodré, analista de Alocação e Fundos no Research da XP, destaca que o patrimônio líquido da indústria de fundos brasileira ultrapassou a marca de R$ 9 trilhões em 2024. Segundo ela, vem ocorrendo uma recuperação importante, principalmente nos mandatos de renda fixa.
“Os fundos de renda fixa consolidaram-se como o principal destino de recursos dos investidores, com uma captação líquida que ultrapassou os R$ 250 bilhões até a reta final de 2024. Essa marca não apenas reverte o saldo negativo do ano anterior, mas também consolida a classe como protagonista em um mercado marcado por incertezas fiscais e volatilidade.”
A analista acrescenta que, além da renda fixa, o grande destaque ficou para a categoria de “estruturados/ilíquidos”, formada por fundos de condomínio fechado, que seguem demonstrando um movimento de expansão relevante.
“Nesse contexto, os grandes destaques são o crescimento dos FIPs, FIDCs e FIIs”, afirma Clara Sodré.
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Confira opções de Fundos de Investimento:
Genoa Capital Radar Advisory FIC FIM
O fundo Genoa Capital Radar Advisory FIC FIM está ativo desde 30 de junho de 2020. Com aplicação mínima de R$ 500,00, o fundo possui cotização de resgate em D+30 (dias corridos) e liquidação em D+1 (dias úteis).
A taxa de administração é de 1,90%, podendo alcançar 2,10% no máximo, enquanto a taxa de performance é de 20,00%. O patrimônio líquido atual do fundo é de R$ 719,383 milhões.
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Fundo AZ Quest
O Fundo AZ Quest faz parte da categoria Multimercado – Alocação – Dinâmicos. Com investimento mínimo de R$ 500, o fundo oferece liquidez de D+1 (dias úteis) e uma taxa de administração competitiva de 0,80%.
Ativo desde 25 de setembro de 2019, o produto apresenta um patrimônio líquido médio de R$ 346,881 milhões nos últimos 12 meses, destacando-se como uma alternativa dinâmica para investidores que estão em busca de retornos acima do benchmark.
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Fundo 24H: Renda fixa com liquidez imediata
Fundo 24 horas*, com investimento mínimo de R$ 5.000, apresenta uma taxa de administração de 0,40%. Ativo desde 27 de junho de 2024, o produto possui um patrimônio líquido médio de R$ 11,201 milhões nos últimos 12 meses.
*O valor limite de pedidos de resgates realizados fora do horário comercial pode ser alterado a qualquer momento. Consulte o valor vigente na data do resgate.
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