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Após um ano cheio de turbulências em 2024, alguns Fiagros (Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais) começaram 2025 com o pé direito. Os investidores que aplicaram nos fundos com os dez maiores retornos conseguiram superar o CDI com folgas até a metade de fevereiro.
É o que mostra levantamento feito pela Quantum Finance. O melhor desempenho entre 2 de janeiro e 17 de fevereiro foi o SFI Investimentos do Agronegócio (IAGR11), com rentabilidade de 30,65%.
O top 5 ainda tem o XP Crédito Agrícola (XPCA11), Galápagos Recebíveis do Agronegócio (GCRA11), Kinea Oportunidades Agro (KOPA11) e Suno Fiagro (SNAG11).
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O ranking considera o retorno total, com valorização da cota e dividendos; confira:
Fiagro | Retorno de 02/01 a 17/02 |
SFI Investimentos do Agronegócio (IAGR11) | 30,65% |
XP Crédito Agrícola (XPCA11) | 12,13% |
Galápagos Recebíveis do Agronegócio (GCRA11) | 9,15% |
Kinea Oportunidades Agro (KOPA11) | 7,49% |
Suno Fiagro (SNAG11) | 5,12% |
Capitânia Agro Strategies (CPTR11) | 4,87% |
BB Fiagro (BBGO11) | 4,53% |
FG/Agro (FGAA11) | 4,32% |
Devant Fiagro (DCRA11) | 3,34% |
Plural Crédito Agro (PLCA11) | 2,91% |
Dos 10 maiores Fiagros da indústria em patrimônio líquido, apenas o Suno Fiagro entrou na lista dos melhores retornos no início do ano. O maior fundo da categoria é o Kinea Crédito Agro Fiagro (KNCA11), com R$ 2,21 bilhões de patrimônio líquido. O Itaú Asset Rural Fiagro (RURA11) vem logo atrás, com R$ 1,62 bilhões. Confira o ranking:
Fiagro | Patrimônio líquido em janeiro (em R$ milhões) |
Kinea Crédito Agro (KNCA11) | 2.210,46 |
Itaú Asset Rural (RURA11) | 1.621,81 |
XP Crédito Agro (XPAG11) | 1.439,29 |
Valora CRA Fiagro (VGIA11) | 807,21 |
Riza Agro (RZAG11) | 654,83 |
Kijani Asatala Fiagro (KJNT11) | 639,21 |
Riza EOS Fiagro (RZEO11) | 631,29 |
Suno Fiagro (SNAG11) | 622,48 |
051 Agro Fazendas (FZDB11) | 606,7 |
NE Logistic FII (NELO11) | 584,3 |
Do lado da oferta, os fundos de investimento no agro também tiveram um início de ano movimentado, com R$ 1 bilhão de captação em janeiro e crescimento expressivo na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando as captações somaram R$ 75,4 milhões.
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O resultado, segundo Sergio Cutolo, diretor da Anbima, “mostra o amadurecimento do mercado tanto em termos de volume quanto em número de ofertas”, já que janeiro costuma ser um mês fraco para novas captações no segmento.