Israel e Hamas concordam com nova troca, sem alterar primeira fase do cessar-fogo

Israel havia adiado a libertação de 600 prisioneiros palestinos desde sábado para protestar contra o que diz ser o tratamento cruel dos reféns durante sua libertação pelo Hamas

Estadão Conteúdo

Militantes palestinos carregam um caixão no dia em que o Hamas entrega os reféns falecidos Oded Lifschitz, Shiri Bibas e seus dois filhos Kfir e Ariel Bibas, capturados durante o ataque mortal de 7 de outubro de 2023, à Cruz Vermelha, como parte de um cessar-fogo e acordo de troca de reféns-prisioneiros entre o Hamas e Israel, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 20 de fevereiro de 2025. REUTERS/Hatem Khaled
Militantes palestinos carregam um caixão no dia em que o Hamas entrega os reféns falecidos Oded Lifschitz, Shiri Bibas e seus dois filhos Kfir e Ariel Bibas, capturados durante o ataque mortal de 7 de outubro de 2023, à Cruz Vermelha, como parte de um cessar-fogo e acordo de troca de reféns-prisioneiros entre o Hamas e Israel, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 20 de fevereiro de 2025. REUTERS/Hatem Khaled

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Autoridades de Israel e do Hamas disseram nesta terça-feira, 25, que chegaram a um acordo para trocar os corpos de reféns israelenses mortos pela libertação de centenas de prisioneiros palestinos, mantendo o frágil cessar-fogo intacto por pelo menos mais alguns dias.

Israel havia adiado a libertação de 600 prisioneiros palestinos desde sábado para protestar contra o que diz ser o tratamento cruel dos reféns durante sua libertação pelo Hamas. O grupo militante afirmou que o atraso é uma “grave violação” do cessar-fogo e que as negociações sobre uma segunda fase não seriam possíveis até que eles fossem libertados.

O enviado da Casa Branca para o Oriente Médio, Steve Witkoff, disse que deseja que as partes iniciem negociações sobre a segunda fase, durante a qual todos os reféns restantes mantidos pelo Hamas deverão ser libertados e um fim para a guerra deverá ser negociado.