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O radar corporativo desta terça-feira (30) tem como destaque a produção da Petrobras (PETR4). Além disso, controladores da Kora Saúde (KRSA3) desistiram de fechar capital da empresa.
A temporada de balanços segue ganhando tração com divulgação de resultados da Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, e da empresa de papel e celulose Klabin (KLBN11).
Enquanto isso, a Equatorial (EQTL3) anuncia entrada em operação da UFV Barreiras1.
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Já Log CP (LOGG3) submete ao Cade venda de ativo em Goiás para fundo do Pátria.
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Temporada de resultados: em quais ações e setores ficar de olho no 2T24?
Confira mais destaques:
Casas Bahia (BHIA3)
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) prepara sua 10ª emissão de debêntures simples, em três séries, sendo a 1ª e a 3ª séries simples, não conversíveis em ações e a 2ª série converível em ações, no valor de R$ 4,079 bilhões.
Log CP (LOGG3)
A Log CP (LOGG3) submeteu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a análise de uma potencial transação de venda do ativo LOG Goiânia I, prevista em um Memorando de Entendimentos (MoU) celebrado com o Pátria LOG – Fundo de Investimento Imobiliário.
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Equatorial (EQTL3)
A Equatorial (EQTL3) informou que no dia 27 de julho de 2024 se iniciou a operação comercial total da Usina Fotovoltaica Barreiras I (UFV Barreiras 1).
Kora Saúde (KRSA3)
A Kora Saúde (KRSA3) informou que os acionistas controladores da companhia, Fuji Brasil Partners IC e Viso Advantage, não irão prosseguir com o lançamento da oferta pública de aquisição de ações (OPA).
A proposta de saída voluntária da companhia do Novo Mercado foi rejeitada pelos acionistas da companhia, na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada no última segunda-feira.
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Petrobras (PETR3;PETR4)
A Petrobras (PETR3;PETR4) fechou o segundo trimestre do ano com produção média de 2,69 milhões de barris diários (boed) de óleo equivalente (petróleo e gás natural), alta de 2,4% na comparação com o mesmo período de 2023. Em relação ao primeiro trimestre de 2024, período de janeiro a março, houve queda de 2,8% no segundo trimestre.
Klabin (KLBN11)
A Klabin (KLBN11) anunciou nesta terça-feira que teve lucro líquido de R$ 315 milhões no segundo trimestre, uma queda de cerca de 70% sobre o resultado obtido um ano antes, apesar do desempenho operacional ter mostrado forte crescimento.
A companhia teve lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 2,05 bilhões de abril ao final de junho, crescimento de 53% na mesma comparação, com maiores vendas de papel e celulose e custo caixa total menor.
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CCR (CCRO3)
A CCR (CCRO3), empresa de concessões de infraestrutura, reportou um aumento no lucro líquido ajustado do segundo trimestre de 2024, alcançando R$ 411 milhões, cifra 102,1% superior em relação ao mesmo período do ano anterior. Este resultado, segundo a empresa, foi marcado por um aumento no tráfego nas rodovias sob seu controle e por uma melhoria na sua eficiência operacional. O lucro líquido sem ajustes ficou em R$ 267,93 milhões.
O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado da empresa também mostrou crescimento, atingindo R$ 2 bilhões no 2T24, um aumento de 14,4% comparado ao 2T23. A margem Ebitda ajustada consolidada subiu 0,9 pontos percentuais, alcançando 57,6%. Sem ajustes, o Ebitda ficou em R$ 1.7 bilhões.
Vivo (VIVT3)
A Telefônica Brasil, dona da Vivo (VIVT3), reportou um lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no segundo trimestre de 2024 (2T24), um aumento de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse resultado reflete a expansão contínua dos serviços de telecomunicações da empresa.
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No quesito Ebitda ajustado, a Telefônica Brasil apresentou cifra de R$ 5,5 bilhões, com um crescimento de 7,3% comparado ao 2T23. A margem Ebitda foi de 39,9%, estável no ano.