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O Ibovespa Futuro operava com baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (25), à medida que investidores digerem a divulgação da ata da mais recente reunião do Banco Central e comentários de autoridades econômicas, enquanto os investidores globais seguem à espera de mais notícias sobre os planos tarifários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Às 09h07 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em abril caía 0,06%, aos 132.350 pontos.
O Comitê de Política Monetária (Copom) disse, na ata da sua última reunião, que a alta de 1 ponto porcentual (pp) na Selic realizada na semana passada, que elevou a taxa de juros para 14,25% ao ano, foi necessária para lidar um ambiente externo desafiador “em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente pela incerteza acerca de sua política comercial e de seus efeitos”.
Também estarão no radar comentários do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em abertura de evento sobre reforma tributária na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), às 9h.
Nos EUA, o Dow Jones Futuro operava com alta de 0,12%, S&P500 tinha valorização 0,21% e Nasdaq Futuro subia 0,16%.
Ibovespa, dólar e mercado externo
O dólar à vista caía 0,11%, aos R$ 5,744 na compra e R$ 5,746 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,37%, aos 5.747 pontos.
Os mercados da Ásia-Pacífico tiveram desempenho misto nesta terça, enquanto investidores analisavam as ameaças tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump. O Índice Hang Seng, de Hong Kong, liderou as perdas, caindo mais de 2%.
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Os preços do petróleo sobem enquanto investidores analisam o impacto das tarifas dos EUA sobre países que importam petróleo e gás da Venezuela, comparando-o com os efeitos das taxas sobre setores como o automobilístico na economia global e na demanda por petróleo.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta devido à demanda por aço, mas cortes na produção chinesa restringiram os ganhos.
(Com Reuters)