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SÃO PAULO – A Eletrobras (ELET3;ELET6) fará o Segundo Plano de Demissão Consensual 2019 (PDC), com meta de desligamento de 1.681 empregados até 31 de dezembro deste ano.
A medida faz parte dos esforços de redução de custos com funcionários que podem chegar a R$ 510 milhões ao ano, destacou a empresa em comunicado ao mercado, a um custo de cerca de R$ 548 milhões, o que representa um payback de 12,9 meses.
Ela ainda afirmou que o novo plano será iniciado nesta sexta-feira na holding e nas subsidiárias CGTEE, Chesf, Eletrobras Termonuclear, Eletronorte, Amazonas Geração e Transmissão de Energia, Eletrosul e Furnas Centrais Elétricas.
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O plano é uma das iniciativas previstas no “Desafio 23: Excelência Sustentável” da empresa que o governo quer privatizar e foi divulgado após celebração do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que teve mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
De acordo com a estatal, ficou acordado que a Eletrobras ofereça programa de desligamento voluntário para atingimento de quadro de 12.500 empregados efetivos a partir de janeiro de 2020 e de 12.088 a partir de maio de 2020.
“A iniciativa em referência é muito importante para adequação dos custos de nossas empresas aos custos de uma empresa de referência do setor elétrico”, destacou.
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