Rio Grande do Sul investiga caso suspeito de ebola

O descarte definitivo dependerá de resultado emitido pelo laboratório nacional de referência, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Estadão Conteúdo

Profissionais de saúde vestem equipamentos de proteção individual (EPI) no Centro Médico Evangélico, uma das instalações na linha de frente da resposta ao surto de Ebola, enquanto as agências intensificam os esforços para conter um novo surto de Ebola causado pela cepa do vírus Bundibugyo, em Bunia, província de Ituri, República Democrática do Congo, 31 de maio de 2026. REUTERS/Gradel Muyisa Mumbere
Profissionais de saúde vestem equipamentos de proteção individual (EPI) no Centro Médico Evangélico, uma das instalações na linha de frente da resposta ao surto de Ebola, enquanto as agências intensificam os esforços para conter um novo surto de Ebola causado pela cepa do vírus Bundibugyo, em Bunia, província de Ituri, República Democrática do Congo, 31 de maio de 2026. REUTERS/Gradel Muyisa Mumbere

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A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (RS) informou que está acompanhando a investigação de um caso suspeito de doença pelo vírus Ebola em um homem de 64 anos que esteve recentemente em Uganda, país da África Oriental.

O atendimento foi feito em uma unidade de saúde de Novo Hamburgo. Durante a investigação, foi realizado um teste rápido para malária, com resultado positivo. “Embora a malária seja, até o momento, o principal diagnóstico identificado, o caso permanece em investigação para doença pelo vírus Ebola, conforme determinação dos protocolos do Ministério da Saúde. O descarte definitivo dependerá de resultado emitido pelo laboratório nacional de referência, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)”, disse a secretaria, em nota de quinta-feira, 11.

Caso seja confirmado com Ebola, o paciente será transferido para um hospital de referência nacional.

Oportunidade com segurança!

“A Secretaria Estadual da Saúde comunicou imediatamente o caso ao Ministério da Saúde e reforça que todas as ações estão sendo conduzidas em articulação com as autoridades municipais e o Ministério da Saúde, seguindo rigorosamente os protocolos de vigilância, assistência e biossegurança”, acrescenta a nota.

Paralelamente, foi iniciado o mapeamento e o monitoramento dos contactantes, que serão acompanhados por 30 dias para identificação precoce de eventuais sintomas.