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O Ibovespa fechou a última sessão com movimento negativo, pelo quarto dia consecutivo. Com isso, registrou baixa de 0,31%, aos 129.951 pontos, formando mínima nos 129.094 pontos e máxima nos 130.345 pontos. O índice, desde que registrou o novo topo histórico, iniciou um fluxo corretivo. Tal movimento pode ser observado com o desenho de uma linha de tendência de baixa desde o fim de agosto. Neste momento, segue com potencial para dar continuidade ao fluxo de baixas. Porém, vale atenção, pois caso supere a faixa das médias para cima, poderá buscar reação compradora.
Com base no gráfico de 60 minutos do Ibovespa, o analista gráfico Rodrigo Paz observa que desde que o Ibovespa atingiu a região do topo histórico nos 137.469 pontos, o ativo iniciou o fluxo de venda em sinal de correção. Na última sessão o ativo testou a faixa de suporte nos 129.280 pontos. Esta região se torna muito relevante, pois se rompida poderá dar sequência às baixas. Ou seja, para que siga o fluxo vendedor da última sessão será necessário que rompa a faixa de suporte nos 129.890/129.280 pontos. Para que o ativo retome o fluxo comprador será necessário que supere a região das médias e resistência nos 130.175/131.130 pontos.
Para que o Ibovespa retome o movimento de alta, deve superar a região de resistência nos 130.175/131.130 pontos. Segundo Paz, superando tal faixa, o ativo poderá impulsionar o fluxo comprador. Seguindo em alta, tende a buscar alvos na faixa de 132.000/132.500 pontos com alvo mais longo nos 133.000/133.675 pontos.
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Para que o Ibovespa siga o fluxo vendedor da última sessão, deverá romper a faixa de suporte nos 129.890/129.280 pontos. Caso rompa a região, pode haver entrada de maior fluxo vendedor, com potencial para buscar a faixa de 128.760 pontos com alvo mais longo na região de 128.150/127.775 pontos.
Day Trade hoje: Agenda
Na agenda de hoje, a temporada de resultados nos EUA ganha destaque com a divulgação dos balanços de gigantes como Tesla e Coca-Cola. No Brasil, a temporada de resultados começou de forma mais tímida, com apenas Romi (ROMI3) e Neoenergia (NEOE3) divulgando seus números até o momento. Na frente econômica, o Livro Bege do Federal Reserve (Fed) e a confiança do consumidor da Zona do Euro são os principais catalisadores da sessão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursará por videoconferência na Cúpula do Brics nesta quarta-feira (23), após cancelar sua viagem à Rússia devido a um acidente doméstico. Às 16h30 (horário de Brasília), Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, se reúne com investidores em Washington D.C., em evento aberto à imprensa. Os diretores do BC Otavio Ribeiro Damaso e Paulo Picchetti também participam de eventos abertos à imprensa pela manhã.
Mercados internacionais
Às 7h35, os futuros em NY operavam em queda: Dow, -0,45%; S&P500, -0,22%; e Nasdaq, -0,36%. Na Europa, o Stoxx600 opera em queda de 0,14%, e na Ásia, a bolsa do Japão caiu 0,80% e a da China avançou 0,52%.
Enquanto isso, o petróleo do tipo WTI cai a US$ 70,71, com -1,44%, e o do tipo Brent recua 1,37%, a US$ 75,00. O minério de ferro negociado na bolsa de Cingapura cai 0,06%, a US$ 100,55 a tonelada.
Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINZ24), com vencimento em dezembro, fecharam a última sessão no negativo, registrando leve baixa de 0,08%, aos 132.120 pontos. Assim, podemos apontar como suportes 132.000/131.785 (1), 131.000/130.500 (2) e 130.000 (3). Enquanto isso, as resistências encontram-se em 132.220/132.630 (1), 132.970 (2) e 133.350/133.725 (3).
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Para o pregão de hoje, quarta-feira, os traders devem se atentar para possível reação compradora do mini-índice, que registrou baixa na última sessão. Pelo gráfico é possível observar que superou a região das médias e pode buscar retomada das altas se romper a região de resistência imediata. Para retomar com o fluxo positivo, deve haver entrada de volume comprador para superar a região de resistência nos 132.220/132.630 pontos. Para que o ativo siga com o movimento de baixa será necessário romper a região de suporte nos 132.000/131.785 pontos.
Os contratos de minidólar (WDOX24), com vencimento em novembro, fecharam a última sessão no positivo, registrando leve alta de 0,04%, aos 5.698,5 pontos. Assim, podemos apontar como suportes 5.690/5.683,5 (1), 5.659 (2) e 5.640/5.612,5 (3). Enquanto isso, as resistências encontram-se em 5.700/5.703 (1), 5.718 (2) e 5.727/5.741,5 (3).
Com base no gráfico de 15 minutos é possível notar que os contratos do minidólar fecharam no positivo na última sessão. Apesar de tal movimento, seguem com potencial de baixa, principalmente se romper a região da média de 200 períodos. Para que dê continuidade, será preciso a entrada de volume vendedor para que rompa a região de suporte nos 5.690/5.683,5 pontos. Para retomar o fluxo altista será necessário a entrada de volume comprador para que supere a região de resistência nos 5.700/5.703 pontos.
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Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta quarta-feira.
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